Centro Técnico SEAT celebra 40º Aniversário
Há 44 anos a SEAT a SEAT tomou uma decisão que moldou o seu futuro para sempre. Decidiu criar o seu próprio Centro Técnico; um sonho que se tornou realidade em 1975. O Centro Técnico foi concebido para assegurar o progresso da empresa, criar a sua própria identidade e estilo, integrando em permanência a melhor tecnologia nos seus modelos.
SEAT @ 6-8-2015 17:44:27
aniversário. O centro marcou o “antes e o depois” da empresa e da indústria automóvel espanhola em geral. Desde o início, o CTS moldou o ADN da SEAT e tornou-se a força motriz da companhia, que é atualmente o maior investidor em I+D+I ( Investigação, Desenvolvimento e Inovação) em Espanha. A empresa investiu 1.400 milhões de euros nesta área nos últimos cinco anos.
40 Anos de Pesquisa e Desenvolvimento
O CTS começou a trabalhar em 1975 numa área de 130.000 m2 com um grupo de trabalho de 211 empregados. Hoje, o CTS ocupa uma área de 200,000 m2 e tem mais de 900 engenheiros e técnicos, e chegará perto dos 1.000 até ao final do ano. Ao longo dos seus 40 anos de história o CTS conheceu um constante desenvolvimento e evolução. Não só expandiu as instalações, como quadruplicou a força de trabalho e multiplicou os centros e edifícios periféricos na área circundante. A mais relevante entre estas é a fábrica de Martorell, inaugurada em 1993, e que é atualmente uma das mais modernas e sustentáveis fábricas europeias, ao produzir 2,100 unidades diariamente (443.000 em 2014). A SEAT vende automóveis em 75 países.
O CTS é o responsável pela criação dos modelos mais icónicos da marca, como o Leon, Ibiza, Toledo, Alhambra, Malaga, Marbella, Cordoba, Altea e Arosa, entre outros. Graças ao CTS, todos estes modelos nasceram de um processo que lhes deu carácter próprio nas formas, unidas pelas características próprias da SEAT. O CTS também desenvolve concept cars, que ou têm um estilo futurista ou incorporam inovações face a modelos anteriores. Estes veículos são parte da história única e da herança automóvel em Espanha: do primeiro Ibiza Cabrio (1986), aos seguintes Proto TL e Proto C (1990), até ao 20V20 (2015), passando por modelos como o Marbella Playa (1991), Concept T (1992), Concept T Cabrio (1993), Cordoba Cabrio (1996), Bolero (1998), Formula (1999), Salsa (2000), Salsa Emocion (2000), Tango (2001), Cupra GT (2003), Leon Prototipo (2005), Ibiza Vaillante (2006), Altea Freetrack (2007), Tribu (2007), Bocanegra (2008), IBZ (2009), IBE (2010), IBX (2011), IBL (2011), Toledo Concept (2012) e Ibiza Cupster (2014).
A par do trabalho realizado nos veículos e nos concept cars, o CTS também desenvolveu e implementou as mais avançadas tecnologias, motores Ecomotive amigos do ambiente e sistemas de conetividade “in-car”.
Única com capacidade de desenvolvimento de veículos de forma integral
O Centro Técnico SEAT é o que garante que o construtor seja a única companhia espanhola de automóveis a conseguir desenhar, desenvolver, fabricar e comercializar os seus próprios automóveis e a participar, ainda, em alguns projetos do Grupo Volkswagen.
O processo de criar um automóvel a partir da ideia inicial até à produção em massa segue fases muito específicas: o Design criativo, Carroçaria e Ergonomia, Desenho 3D / Maqueta Digital (DMU), Simulador, Protótipos e Validação.
O desenvolvimento de um modelo começa com o processo de desenho no Centro de Design SEAT. Uma vez definido o processo de desenvolvimento do produto, os designers iniciam o trabalho criativo. Nesta fase, a imaginação e criatividade prevalece sobre outros pontos e procura-se o equilíbrio entre tecnologia, design, criatividade e funcionalidade. O design é um dos pontos fortes nos modelos SEAT, e é sempre focado nas necessidades do condutor. É graças à criação do Centro de Design SEAT em 2007, um dos centros mais funcionais e modernos do mundo, que o Design passou a ser a assinatura de identidade dos novos modelos da marca.
Paralelamente a este processo, o departamento técnico analisa o trabalho dos Designers, aperfeiçoam a carroçaria e o interior; verificam a ergonomia e a viabilidade e estabelecem as aplicações futuras do projeto. Uma vez definido o processo de desenvolvimento, é analisada a coerência estrutural. É então estudada a aerodinâmica, rigidez e a eficácia do chassis, bem como funcionalidade dos sistemas de arrefecimento e de climatização, entre outras coisas.
Antes de tornar real o modelo digital, o CTS recorre a ferramentas de realidade virtual, aumentada e expandida (Maqueta Digital ou DMU). A Maqueta Digital é o elemento chave no desenvolvimento dos veículos já que permite testar através de simulações as progressivas evoluções do modelo.
Usando a tecnologia DMU, o CTS simula os primeiros comportamentos estáticos e dinâmicos, tanto na forma individual de alguns componentes como do automóvel num todo, submetendo-o a crash-tests virtuais e a outros testes de segurança.
Finalmente, antes da produção em massa e da comercialização do veículo, o CTS garante a viabilidade do projeto na fase de validação. Nesta fase inicia-se um meticuloso e exaustivo processo de testes e experiências.
Um olhar para o futuro
Hoje, o CTS é um polo de conhecimento, um lugar onde o futuro do veículo é definido e marcado o passo das mudanças na indústria automóvel. O CTS procura antecipar as tendências do setor, inovando nos processos de desenvolvimento. A sua atividade é focada na criação de veículos futuristas, mas também em desenvolver tecnologias para veículos mais inteligentes, melhor desenhados, integralmente conectados e ambientalmente responsáveis.
A SEAT continua a desenvolver e a aplicar as mais avançadas tecnologias para se manter inovadora nas quatro áreas chave da indústria automóvel: a redução de emissões de CO2, a criação de um design mais inovador, funcional e eficiente, a conetividade e a melhoria permanente da segurança passiva e ativa, e ainda a condução autónoma.
No que diz respeito às emissões de CO2, por exemplo, a SEAT já reduziu a média de emissões em 21% nos últimos oito anos. Esta descida foi alcançada com a otimização dos motores, a introdução do Sistema Start/Stop, melhorias na aerodinâmica e construção leve. Assim, 66% dos automóveis vendidos pela SEAT na Europa tem emissões abaixo dos 120g/km. A empresa está também a investir em combustíveis alternativos como Gás Natural Comprimido, comercializando o Leon TGI e o Mii Ecofuel, estando já preparada para promover os veículos elétricos.
Em termos de segurança, o Centro Técnico tem desenvolvido melhorias nos últimos anos para otimizar os sistemas passivos e ativos, estando também a incorporar avançados sistemas de condução, como o Cruise Control Adaptativo, Sistema de Deteção de Fadiga ao Condutor e Assistente de faixa de rodagem, entre outros.
O CTS trabalha em permanência para integrar as melhores inovações nos modelos. Inovações como a conetividade com dispositivos móveis, integração de apps no sistema de infotenimento do carro, a comunicação Car-2-Car, o emparelhamento com smartphone e o controlo mútuo de funções dos dispositivos e do veículo; tudo isto será comum nos próximos modelos. Estas inovações facilitarão a mobilidade à volta da cidade e facilitarão a interatividade com o carro.
Este “olhar SEAT para o futuro” tem o melhor exemplo no Leon, um modelo que alcançou excelentes resultados em testes e comparativos e marcou um ponto de viragem na história da SEAT. Portanto, a empresa está num processo de “Leonização”, o que significa incorporar a “fórmula Leon” em cada novo veículo: design, funcionalidade, elevada qualidade, acessibilidade, fiabilidade e inovações tecnológicas únicas.
Força geradora de I&D em Espanha
A SEAT é um dos maiores pilares da indústria em Espanha e a maior empresa no setor automóvel, que representa atualmente 10% do PIB espanhol. A SEAT representa cerca de 1% do PIB de Espanha e 4% do PIB da Catalunha. Na realidade, muitas pequenas empresas dependem da produção SEAT que, direta e indiretamente, emprega cerca de 70,000 pessoas.
Nestes últimos 40 anos, a SEAT tornou-se um motor industrial tanto a nível local como nacional, movimentando projetos tecnológicos entre empresas, institutos, universidades e todos os fornecedores da construtora de automóveis.
Sabia que… ?
• O CTS fez 55.000 simulações e mais de 1.200.000 de quilómetros na fase final de testes ao longo do último ano.
• Em 2014 o CTS trabalhou em 360 projetos e desenvolveu 58 protótipos.
• O CTS ocupa uma área de 200,000 m2. Mais de 900 engenheiros trabalham aqui.
SEAT @ 6-8-2015 17:44:27
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