Fórmula E: Este fim de semana vai haver Grande Prémio no México

Cidade do México neste sábado

Este ano o campeonato da Fórmula E tem sido uma “caixinha de surpresas”. Na abertura da temporada na Arábia Saudita, vimos o BMW i Andretti Motorsport mostrar seu ritmo com uma vitória de António Félix da Costa, enquanto Jerome d'Ambrosio, da Mahindra Racing, surgiu como um improvável herói na loucura em Marrocos. 

autonews.pt @ 12-2-2019 20:46:36

Mais recentemente, a corrida mais quente de sempre foi na cidade de Santiago do Chile, em que Sam Bird, da Envision Virgin Racing, saiu vitorioso, enquanto apenas 13 carros e pilotos terminaram a prova.

E agora com o campeonato de Fórmula E da ABB FIA a chagar ao autódromo Hermanos Rodriguez na Cidade do México no sábado, 16 de fevereiro, vale a pena fazer uma revisão da da temporada até agora.

Favoritos no topo?

Com o atual campeão, a Audi Sport Abt Schaeffler em quinto e a equipa cliente da Audi – a Envision Virgin Racing – a liderar o campeonato, a equipa alemã tem boas lembranças da capital mexicana onde, no ano passado, Daniel Abt conquistou sua primeira vitória na Fórmula E. Será que volta a acontecer?

A imprevisibilidade é a única certeza:

Três corridas em três continentes diferentes produziram três vencedores diferentes de três equipes diferentes. 

Se há uma coisa que aprendemos com a temporada até agora, é que a imprevisibilidade é quase a única certeza quando se trata de Fórmula E. Adicionalmente até agora vimos sete pilotos diferentes de cinco equipes diferentes a chegarem ao pódio. Com mais previsão de “loucura” para a Cidade do México, esta corrida promete ser ainda mais imprevisível.  

Nas palavras do líder do Campeonato e do piloto da Envision Virgin Racing, Sam Bird, "tudo pode acontecer neste campeonato".

Tensa, mais dura e rápida:

Estas são as três palavras que resumem perfeitamente a ação de corrida que vimos na pista até agora nesta temporada da Fórmula E. O carro Gen2 – a segunda geração com o dobro da autonomia e mais desempenho do que primeira geração - certamente provou que vale a pena. Em Marrocos (o único ponto de comparação até agora), o novo carro da segunda geração viu os tempos de volta caírem em quase três segundos. 

Se a corrida é certamente mais rápida, também está mais difícil e mais disputada que nunca. Em Santiago do Chile, oito carros e pilotos retiraram-se da corrida com muitos “chega para lá”, depois de lutar 45 minutos pela corrida com as rodas “encostadas”. 

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