Tecnologias Peugeot: lançamento das motorizações eficientes Euro6 e demonstração do 208 HYbrid Air 2L

A marca Peugeot responde aos desafios do presente, fazendo-o através de uma abordagem inovadora em termos de eficiência ambiental. As novas motorizações Euro6 a gasolina e diesel colocam os modelos PEUGEOT nos lugares de topo das suas categorias. Mais notável ainda é o facto de se alcançar esta performance oferecendo um prazer de condução ao nível do que a marca Peugeot tradicionalmente oferece aos seus clientes.

Peugeot @ 15-9-2014 13:11:00

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Nas gamas PEUGEOT 208, 308 e novo 508, nos crossovers PEUGEOT 2008 e 3008 ou no monovolume 5008, a PEUGEOT apresenta a sua nova linha de motores Euro 6. Os blocos PureTech a gasolina e 1.6 THP, bem como os Diesel BlueHDi, são amplamente equipados com sistema Stop & Start. Estes surgem associados às caixas de velocidades automáticas EAT6 de 3ª geração, simultaneamente potentes e robustas.

A marca reduz, assim, as emissões médias ponderadas de CO2 da sua gama europeia. Com 111,2 g/km em finais de Maio de 2014, contra os 115,1 g/km em 2013, a PEUGEOT coloca-se no pódio europeu das marcas mais virtuosas, permitindo ao grupo PSA Peugeot Citroën passar a liderar o grupo CAFE.

A PEUGEOT continua os seus esforços rumo ao objectivo dos 2 litros aos 100 km definido para o horizonte do ano 2020, apresentando no «Salão de Paris» o veículo capaz de demonstrar este feito, o PEUGEOT 208 HYbrid Air 2L.

Motores PureTech: nova versão de 110 cv e caixa EAT6 na versão de 130 cv

Em 2014, as versões turbo de 110 cv e 130 cv completam a família de motores de 3 cilindros PureTech a gasolina da nova geração, estreando-se no PEUGEOT 308, eleito «Carro do Ano 2014» na Europa.

Até agora equipado com uma caixa manual de seis velocidades, o PEUGEOT 308 1.2 PureTech 130 S&S passa a estar disponível com a nova caixa de seis velocidades automática EAT6 (AT6 III). Tem controlo por patilhas no volante como opção com o Driver Sport Pack. Esta aplicação é a primeira associação do Stop & Start da PEUGEOT com uma caixa de velocidades automática e um motor a gasolina.

A EAT6 (AM6 III) está já associada aos motores 2.0 BlueHDi. Concebida e desenvolvida com a AISIN AW – 1º fabricante mundial de caixas de velocidade automáticas com um nível de qualidade inigualável – esta nova geração de transmissões automáticas EAT6 (Efficient Automatic Transmission) fornece um conforto de utilização de elevado nível: rapidez e fluidez nas passagens de caixa com a tecnologia Quick Shift, gestão ideal das relações através de um conversor optimizado. O seu desempenho viu-se melhorado pela redução do atrito interno e uso de conversores fechados para evitar o deslizamento.

O PEUGEOT 308 1.2 PureTech 130 S&S EAT6 regista um consumo a partir dos 4,9 l/100 km e emissões de 114 g/km de CO2, representando um ganho de 2 l/100 km e 45 g/km de CO2 comparativamente ao modelo substituído, o 1.6 VTi 120 BVA.

No que se refere à versão turbo 1.2 PureTech 110 S&S completará, até final do ano, a gama PEUGEOT 308 com um consumo de 4,6 l/100 km e emissões de 105 g/km de CO2.

Motor 1.6L THP: performance e sobriedade em nova geração Euro6

O novo PEUGEOT 508 estreia um novo motor Euro 6, o 1.6 THP 165 S&S, associado a uma caixa de seis velocidades mecânica ou à nova caixa de velocidades automática EAT6, igualmente de seis velocidades. Desenvolvida para ir ao encontro da nova norma europeia Euro6, o seu caderno de encargos incorpora também a redução dos consumos e a melhoria das performances.

Este novo motor turbo a gasolina de injecção directa, nascido da base do motor Prince desenvolvido em colaboração com o Grupo BMW, substitui o motor 1.6 THP 155 Euro5. Regista um ganho de 10 cv e atinge um reduzido valor de emissões de CO2 a partir de 129 g/km, descendo dos 144 g/km na melhor das propostas da anterior geração.

O novo design do turbo permite aumentar a potência e obter um melhor tempo de resposta logo desde os regimes mais baixos. A pressão de injecção ascende aos 200 bar (anteriormente 120 bar), garantindo uma melhor pulverização do combustível, o que melhora a combustão e reduz significativamente as emissões poluentes. O aumento de pressão associado com uma nova inclinação do jacto de combustível, numa estratégia de 2 injecções e um arranque do motor em alta pressão, permite uma redução significativa das emissões de partículas.

O ganho dos consumos ronda os 18 % comparativamente à motorização que substitui (tendo também em conta os pneus utilizados), é obtido recorrendo a:

- Adição do sistema Stop & Start;

- Uma caixa de velocidades automática EAT6 com um melhor rendimento;

- Gestão optimizada da energia eléctrica e hidráulica (bomba de água comutável e bomba de óleo de cilindrada variável);

- Redução da fricção interna do motor através do revestimento de carbono das camisas dos pistões, dos segmentos reduzidos, dos eixos dos pistões com revestimento DLC (Diamond Like Carbon) e um aprimoramento do final dos extremos da árvore de cames.

Depois do 1.6 THP 270 do PEUGEOT RCZ R no início do ano, o motor 1.6 THP 165 S&S é o segundo bloco 1.6L THP a ir ao encontro da norma Euro6, versão que também irá equipar os PEUGEOT 3008 e 5008 até final do ano. Uma terceira motorização 1.6 THP Euro6 de 208 cv será estreada no PEUGEOT 208 GTi 30 Anos até ao final do ano.

Motores BlueHDi: a tecnologia de despoluição diesel mais eficaz do mercado, um ano antes da implementação da norma Euro6

O motor 1.6 BlueHDi 120 associado a uma caixa de seis velocidades mecânica permitiu ao PEUGEOT 308 e 308 SW estabelecer um recorde de consumo no seu segmento, respectivamente com 3,1 e 3,2 l/100 km, ou 82 e 85 g/km de CO2, feito alcançado na Primavera de 2014. A PEUGEOT lança este novo motor 1.6 BlueHDi 120 em toda a sua gama dos segmentos B, monovolume B e monovolume C:

- No 208 com consumos a partir de 3,6 l/100 km e emissões de 94 g/km de CO2 , registando um ganho de 0,2 l/100 km e 5 g/km face ao bloco 1.6 e-HDi 115, estando entre as referências do segmento B com este nível de potência;

- No 2008 com consumos a partir de 3,7 l/100 km e emissões de 96 g/km de CO2, registando um ganho de 0,3 l e 9 g/km face ao bloco 1.6 e-HDi 115, estabelecendo um recorde entre os monovolumes do segmento B;

- No 3008 com consumos a partir de 4,1 l/100 km e emissões de 106 g/km de CO2, registando um ganho de 0,7 l/100 km e 19 g/km face ao bloco 1.6L e-HDi 115, subindo ao pódio dos monovolumes do segmento C e estabelecendo um recorde neste mesmo segmento em versões equipadas com caixa manual;

- No 5008 com consumos a partir de 4,2 l/100 km e emissões de 109 g/km de CO2, registando um ganho de 0,5 l/100 km e 15 g/km face ao bloco 1.6L e-HDi 115, estando entre as referências dos monovolumes do segmento C.

Estreado no PEUGEOT 508, e depois no 308 e 308 SW, a PEUGEOT lança também na sua gama o bloco 2.0 BlueHDi, nos segmentos D, C e monovolumes C:

- No novo 508, o motor 2.0 BlueHDi 150 CVM6 regista emissões de CO2 de apenas 105 g/km em berlina ou SW, apresentando-se como a melhor oferta do segmento D neste nível de potência;

- No novo 508, o motor 2.0L BlueHDi 180 EAT6 de 111 g/km de CO2, apresenta-se como uma das melhores relações potência/consumo do segmento;

- No 3008, o motor 2.0L BlueHDi 150 com consumos desde 4,4 l/100 km e emissões de CO2 de 114 g/km, registando um ganho de 0,9 l/100 km e 25 g/km comparativamente ao bloco 2.0 HDi 150, constituindo uma das melhores relações potência/consumo dos monovolumes do segmento C;

- No 5008, o bloco 2.0L BlueHDi 150 com consumos desde 4,3 l/100 km e emissões de CO2 de 113 g/km, registando um ganho de 1 l/100 km e 25 g/km comparativamente ao bloco 2.0L HDi 150, constituindo uma das melhores relações potência/consumo dos monovolumes do segmento C.

A partir do final de 2013, a PEUGEOT estreou no conjunto dos seus modelos diesel a tecnologia de despoluição mais eficaz do mercado. Graças à associação exclusiva do sistema SCR (Selective Catalytic Reduction) e do FAP aditivado, a tecnologia BlueHDi permite aos motores Diesel de nova geração reduzirem os níveis de NOx até 90%, optimizar as emissões de CO2 e os consumos, ao mesmo tempo que asseguram a eliminação em 99,9 % das partículas.

A tecnologia BlueHDi apresenta duas vantagens determinantes:

- o SCR, que permite optimizar o ponto ideal do motor para promover os consumos e as performances específicas, ao contrário das soluções de despoluição na fonte e armadilhas para NOx que penalizam os consumos e emissões de CO2;

- a implantação do SCR a montante do FAP aditivado, permite um tratamento mais rápido das emissões no arranque do motor.

A tecnologia BlueHDi responde já em larga escala à norma Euro6 Diesel e apresenta o melhor potencial para futuras normas antipoluição.

Demonstração tecnológica 208 HYbrid Air 2L

Adicionalmente às tecnologias acima referidas, a marca mobiliza as suas competências em todas as áreas do sector automóvel de modo a propor progressos ao nível dos consumos e emissões de CO2. As reduções de peso operadas nos modelos 208 e 308, respectivamente de 110 e 140 kg em média, permitem, assim, permitem que respectivos consumos desçam para apenas 3,4 e 3,2 l/100 km nas variantes diesel. Os números do consumo dos motores a gasolina são de 4,1 e 4,6 l/100 km.

A Marca apresenta no «Salão de Paris» uma demonstração tecnológica denominada 208 HYbrid Air 2L. Faz a síntese do conjunto de tecnologias para responder ao projecto governamental de um automóvel com consumos de apenas 2,0 l/100km. Este projecto envolve um critério imponderável, em que as tecnologias empregues devem ser industrializáveis a um custo acessível até 2020.

O objectivo deste projecto é, portanto, muito ambicioso, pois levará ao corte em metade do consumo de um já por si muito económico 208!

Para ser alcançado, é necessário trabalhar em vários eixos. De facto, alcançar a redução do mais pequeno grama de CO2 é um verdadeiro desafio. No ciclo NEDC, um ganho de um grama corresponde a:

- uma redução de peso de 10 kg;

- ou uma redução do consumo eléctrico de 50 W;

- ou uma redução da resistência ao rolamento de 6 N;

- ou uma melhoria do SCx de 0,03 m².

Por outro lado, um ganho de 1% no rendimento do motor permite reduzir as emissões de CO2 na mesma proporção.

O demonstrador tecnológico 208 HYbrid Air 2L tem como base o modelo de série, o 208 1.2 PureTech 82 cv CVM5, que apresenta os seguintes indicadores:

- consumo: 4,5 l/100km;

- emissões de CO2: 104 g/km;

- peso: 960 kg;

- SCx: 0,65 m².

Para reduzir o consumo até aos 2,0 l/100 km, os engenheiros do Grupo conjuntamente com os restantes parceiros do projecto utilizaram tecnologias até então reservadas para a competição ou para o segmento de luxo. Procederam a uma selecção rigorosa para apenas reter as soluções que possam ser industrializadas numa fábrica existente a elevada cadência industrial. Para além disso, trata-se de reduzir o consumo sem alterar as virtudes deste carro, um estilo forte associado a prestações de elevado nível.

Um peso de apenas 860 kg

De série, o PEUGEOT 208 já aposta fortemente no aço, material que compõe a estrutura envolvente. A sua densidade de 7.850 kg/m3 e o uso de materiais alternativos, como os compósitos ou o alumínio, apresentam um grande potencial. De facto, a sua densidade ronda os 1.200 kg/m3 para um composto de carbono e de 2700 kg/m3 para o alumínio. No entanto, nem sempre é possível substituir uma peça de aço por uma de alumínio, sendo necessário ter em conta as propriedades mecânicas e o custo dos materiais.

Esta concepção com base em vários materiais representa um desafio. Trata-se, de facto, de realizar montagens mistas em aço/alumínio/materiais compósitos e desenvolver novas tecnologias de montagem. É este um dos principais eixos do projecto.

A estrutura em aço integra uma nova base feita em material compósito que contribui para a absorção de energia no caso de um acidente. Este conjunto foi sujeito a uma acção de cataforese durante o processo de fabricação, sendo este piso constituído por três elementos montados através de colagem de um plástico termicamente moldável. A rigidez dos compósitos foi também explorada para simplificar a concepção de certas peças.

A porta traseira é feita sob uma arquitectura conhecida como semi-estrutural pela associação de pele e de um forro com uma espessura de 1,5 mm, garantindo a sua resistência à torção. Esta dispensa a adição de reforços em áreas planas, optimizando a orientação das fibras de carbono com base nos fluxos de esforço. A rigidez e o peso reduzido permitem, por outro lado, remover um dos balanceadores dos cilindros, numa redução de peso complementar. Finalmente, na moldagem, os forros integram as cablagens eléctricas, reduzindo-se o número de agrafos.

As laterais e painéis da carroçaria, portas e tejadilho recorreram a compostos de carbono, tal como as molas helicoidais da suspensão. Para estes, o uso de compostos tem um impacto positivo no comportamento dinâmico, reduzindo as massas não suspensas.

Ao nível do poço do motor, os suportes e travessas são feitas em alumínio, metal com propriedades de protecção cinética. Com efeito, em contacto com o oxigénio, o alumínio cobre-se de modo natural com uma fina camada de óxido de alumínio que protege da corrosão. Além disso, o alumínio é um material que se recicla sem que as suas propriedades mecânicas sejam alteradas.

No entanto, os esforços em termos de redução de peso não se concentram apenas na utilização de novos materiais, mas também na redefinição das peças existentes. Como tal, a adaptação na espessura e densidade do aço inoxidável na linha de escape, permite um ganho de 20% apenas nesta peça.

Tendo como base um 208 de série, um modelo particularmente leve, o demonstrador tecnológico 208 HYbrid Air 2L regista uma redução inerente ao peso. Os materiais empregues, bem como o novo design de peças e aplicação de novos processos permitem um ganho de 100 kg.

Uma cadeia de tracção, que conjuga experiência de condução e sobriedade

De série, o 208 1.2 PureTech 82 cv dispõe de um motor a gasolina associado a uma caixa de 5 velocidades mecânica. Este conjunto é substituído por um bloco híbrido a gasolina/ar comprimido. A tecnologia HYbrid Air combina duas energias para se obter o melhor desempenho em função das diferentes situações do dia-a-dia. Neste caso, o ar comprimido irá ajudar o motor a gasolina, ou até mesmo substituí-lo e tornar mais eficiente a sua operacionalidade durante as fases de transição: aceleração e arranque.

É constituído por:

- um reservatório de energia, contendo ar sob pressão, colocado sob o piso da bagageira,

- um reservatório de baixa pressão ao nível da travessa do trem traseiro funcionando como tanque de expansão,

- um grupo hidráulico composto por um motor e uma bomba, instalado sob o capot, debaixo da transmissão.

Este último é composto de uma engrenagem pilotada para gerir a distribuição entre as duas energias. Substitui a caixa de velocidades mecânica, com os benefícios de automação no domínio nas passagens de relações. Posicionados na secção traseira, os dois tanques consistem num núcleo em alumínio, para garantir a estanquicidade, coberto por um material compósito, garantindo a robustez. Dependendo da situação verificada, o sistema selecciona, de modo totalmente transparente para o condutor, o modo ideal para se obter o melhor desempenho.

No modo Air (ZEV), apenas a energia decorrente do ar comprimido propulsiona o veículo. Sem consumo de gasolina ou emissões de CO2, este modo exprime todo o seu potencial no tráfego urbano. No modo gasolina, apenas o motor térmico move o veículo. É especialmente adequado para estradas e auto-estradas a velocidades estabilizadas. O modo combinado, destina-se especialmente para as fases de transição em cidade e na estrada (arranques e acelerações), combinando ambas as energias em proporções ajustadas para se alcançar o consumo ideal.

O depósito de energia é recarregado nas desacelerações (travagem ou levantando o pé do acelerador) ou por um desvio de parte da energia produzida pelo bloco de três cilindros a gasolina para compressão do ar. Em ambos os casos, a capacidade energética máxima do acumulador sob pressão é alcançada muito rapidamente, em apenas 10 segundos.

O bloco a gasolina de três cilindros 1.2 PureTech 82 cv de última geração é optimizado, particularmente no que diz respeito às perdas por atrito. Na verdade, isto representa cerca de 20% da potência consumida por um motor térmico. Para as reduzir, as duas árvores de cames e os pistões são cobertas com um revestimento denominado Diamond Like Carbon.

Em conjunto com os novos apoios almofadados em polímero, o motor contém um óleo de muito baixa viscosidade para se alcançar mais rapidamente o ponto ideal de operação do motor. Graças a estes desenvolvimentos, o rendimento do motor aumenta em 4%.

Um estilo naturalmente eficiente

A fluidez é parte da herança de estilo da Marca, do seu ADN. Eficiente desde a sua origem, o estilo 208 apenas contou com alguns desenvolvimentos para aperfeiçoar a aerodinâmica. A evolução 208 HYbrid Air 2L é reforçada pela redução das perturbações aerodinâmicas. Assim, o chassis foi rebaixado e um módulo de entrada de ar pilotado gere apenas o fluxo de ar necessário que penetra na secção abaixo do capot.

O escoamento do ar viu-se igualmente melhorado pela adição de embelezadores que aperfeiçoam as junções entre os pilares A e o pára-brisas. A secção traseira conta um spoiler integrado na porta traseira e um extractor de ar inferior. Permitem que o fluxo de ar se propague sob a viatura sem quaisquer impedimentos dado o design da parte inferior do chassis.

Nas laterais da carroçaria, a visão para a traseira deixa de estar confiada a um retrovisor exterior, protegido por uma caixa, sendo o mesmo substituído por uma câmara com um perfil específico, que combina simultaneamente estética e eficiência. As jantes de grande diâmetro são cobertas por embelezadores de roda aerodinâmicos.

Os pneus contribuem para esta performance pela sua arquitectura inovadora. A escolha de materiais e o rasto do piso permitem combinar uma ampla dimensão com um grande diâmetro. A aerodinâmica e a resistência ao rolamento dos pneus viram-se, assim, melhorados.

Esta arquitectura apresenta outros benefícios: melhor absorção das irregularidades da estrada, melhor resistência ao aquaplaning e superior conforto acústico. O SCx resultante apresenta um verdadeiro salto! Os engenheiros e os estilistas alcançaram uma evolução superior em 20% preservando o espaço e a bagageira!

Uma iniciativa da indústria automóvel

Composto por construtores, empresas subcontratadas, fabricantes de equipamentos, distribuidores, revendedores, concessionários, etc, o sector automóvel representa 800 000 empregos directos em França. Conscientes da sua importância estratégica para a economia francesa, as Autoridades Públicas promoveram a criação da denominda Plate-Forme Automobile (PFA). A PFA tem a particular missão de desenvolver uma visão clara das grandes questões do sector, a médio e longo prazo, comuns ao seu conjunto e organizar acções que permitam dar-lhes resposta.

Neste âmbito e para além das competências internas ao Grupo, o demonstrador tecnológico 208 HYbrid Air 2L foi produzido em colaboração com os parceiros da Plate-Forme Automobile: Faurecia, Michelin, Plastic Omnium e Valeo.

Peugeot @ 15-9-2014 13:11:00


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