Os novos Audi A6 Híbridos Plug-in

Avant e Limousine ganham versões e-hybrid quattro

A Audi está a alargar a gama do novo A6 com dois modelos híbridos plug-in que combinam a máxima eficiência e conforto superior com um desempenho poderoso. Tanto o A6 Avant e-hybrid quattro como o A6 Limousine e-hybrid quattro estão disponíveis com dois níveis de potência: 220 kW (299 cv.) e 270 kW (367 cv.) de potência total combinada.  A nova geração de baterias de alta voltagem nos híbridos plug-in tem cerca de 45% mais de capacidade face à geração anterior. Como resultado, estão disponíveis 25,9 kWh (20,7 kWh úteis) para condução em modo 100% elétrico.

autonews.pt @ 15-5-2025 11:45:08

Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp

Os clientes podem escolher entre as versões Avant e Limousine, ambas com uma longa distância entre eixos, capô alongado e vias largas, elementos que ajudam a conferir uma aparência imponente e distinta. Enquanto o A6 Limousine e-hybrid quattro exibe elegância com a linha de cintura ascendente das janelas, o Avant apresenta um visual mais dinâmico com a sua traseira esculpida, painéis aerodinâmicos laterais e spoiler na extremidade do tejadilho. Ambos os modelos têm uma presença marcante, destacada pelas luzes traseiras expressivas, faixa luminosa ampla e os anéis da Audi posicionados na parte superior.

Tanto o Audi A6 Avant e-hybrid quattro como o Audi A6 Limousine e-hybrid quattro estão disponíveis em dois níveis de potência. Os veículos são movidos por um motor 2.0 TFSI com uma potência de 185 kW (252 cv.) e um motor elétrico que fornece até 105 kW. Nas versões com 270 kW (367 cv.) e 500 Nm de binário, o Avant e o Limousine aceleram dos 0 aos 100 km/h em 5,3 segundos.

Com 220 kW (299 cv.) e 450 Nm de binário, os veículos aceleram dos 0 aos 100 km/h em 6,0 segundos. Todas as variantes atingem uma velocidade máxima de 250 km/h.

O coração da tecnologia híbrida plug-in é a bateria de alta voltagem: a Audi aumentou a sua capacidade para 25,9 kWh (20,7 kWh úteis), o que representa um ganho de aproximadamente 45% em relação ao modelo anterior, o que significa que tanto o Avant como o Limousine podem percorrer mais de 100 quilómetros exclusivamente com energia elétrica. 

A potência máxima de carregamento em corrente alternada (AC) é agora de 11 kW. Se a bateria estiver completamente descarregada, demora apenas 2,5 horas a carregá-la até 100%.

O desempenho de regeneração também foi melhorado. O grau de regeneração por inércia no modo de condução 100% elétrico (modo EV) pode ser ajustado em três níveis através de patilhas no volante. O novo A6 e-hybrid circula com energia elétrica durante o máximo de tempo possível, a fim de utilizar totalmente a carga disponível da bateria até ao destino do condutor. O veículo recupera energia automaticamente quando esta função está ativada, com base nos dados de rota armazenados no sistema de navegação. O novo A6 e-hybrid quattro também pode recuperar energia automaticamente sem orientação ativa de rota.

O sistema de gestão híbrida dos novos modelos foi concebido para eficiência, flexibilidade e máximo conforto para o cliente, selecionando de forma automática a estratégia de funcionamento ideal. 

Estão disponíveis dois modos de funcionamento: “EV” e “híbrido”. No modo EV, os modelos híbridos plug-in funcionam com energia elétrica, sempre que tenham carga na bateria. No modo híbrido, o sistema de gestão híbrida mantém um nível de carga específico conforme necessário, de forma a reservar energia elétrica para utilização posterior. Além do modo híbrido automático, o nível de carga desejado pode ser selecionado individualmente através de um controlo deslizante digital.

Combinado com a tração quattro ultra e eixo traseiro direcional de série, a transmissão de dupla embraiagem eletrificada desempenha um papel fundamental na experiência de condução: aumenta a agilidade a baixas velocidades e proporciona ainda mais estabilidade a velocidades mais elevadas. Tais elementos melhoram o conforto, tal como as janelas mais bem isoladas e os vedantes das portas otimizados. Estas medidas garantem uma acústica interior mais agradável em comparação com o modelo anterior, com um isolamento sonoro até 30% mais eficaz.

Eixo traseiro direcional de série; equipamento desportivo na versão topo de gama

As versões A6 e-hybrid quattro oferecem uma experiência de condução desportiva e confortável graças à transmissão de dupla embraiagem eletrificada em conjunto com a tração quattro ultra. A direção às quatro rodas, incluída de série em todas as variantes do A6 e-hybrid, também contribui para isso. Este elemento tecnológico permite uma condução dinâmica e um elevado nível de conforto, ao girar as rodas traseiras até cinco graus na direção oposta às rodas dianteiras a velocidades até cerca de 60 km/h, o que reduz o raio de viragem, tornando o veículo mais ágil no trânsito urbano e em curvas apertadas. A velocidades médias e elevadas, as rodas traseiras viram na mesma direção das dianteiras, proporcionando uma condução estável e ainda mais precisa.

As variantes com 270 kW (367 cv.) de potência e linha exterior S line de série são particularmente desportivas, uma vez que a grelha Singleframe em preto tem uma estrutura maior e as entradas de ar dianteiras, divididas em duas partes, apresentam um design mais marcante. Estas últimas têm acabamento em cromado antracite mate, tal como o elemento decorativo em redor do difusor com um design mais desportivo. O visual dinâmico é complementado pela suspensão desportiva com molas e amortecedores mais rígidos, que rebaixa o A6 e-hybrid 270 kW em 20 milímetros em relação à suspensão standard. Jantes de 19 polegadas e pinças de travão vermelhas também estão incluídas. 

No interior, os bancos desportivos com apoios laterais pronunciados oferecem maior suporte lateral em curva, e o volante desportivo em pele de três raios assegura uma pega com ótima aderência.

Além disso, todos os híbridos plug-in A6 estão equipados com ar condicionado automático de três zonas, que permite o controlo automático da temperatura e da distribuição do ar de forma individual para o condutor, o passageiro da frente e os ocupantes traseiros.

Conforto a bordo graças à insonorização melhorada

A aerodinâmica e a acústica geral do veículo melhoradas também contribuem para o excelente conforto a bordo durante as deslocações. Por exemplo, o isolamento acústico do veículo foi melhorado em até 30% em comparação com o modelo anterior. Janelas mais bem vedadas e elementos isolantes das portas otimizados asseguram uma acústica mais agradável no habitáculo, aumentando, assim, o bem-estar a bordo. Um vedante adicional na tampa da bagageira do Limousine também reduz significativamente o ruído do vento. Estão disponíveis, opcionalmente, vidros acústicos para os vidros das portas traseiras, além dos vidros laterais dianteiros. Apoios de motor e de transmissão recentemente desenvolvidos proporcionam uma condução mais suave e silenciosa. A forma dos dentes da engrenagem da transmissão também foi otimizada, o que beneficia a acústica da caixa S tronic. Além disso, todos os pneus com jantes de 19 polegadas ou superiores incluem absorvedores de ruído. Estes são anéis de espuma no interior do pneu que reduzem as vibrações do ar e, assim, têm um efeito positivo no nível de ruído no habitáculo.

Gestão inteligente da condução para maior eficiência

O sistema de gestão híbrida dos novos modelos híbridos plug-in (PHEV) seleciona automaticamente a estratégia de funcionamento ideal. A propulsão elétrica é assegurada por um motor síncrono de íman permanente com uma potência máxima de 105 kW. O motor elétrico está integrado na transmissão S tronic de sete velocidades.

O binário máximo do sistema está disponível mesmo a baixas rotações – um impressionante valor de 500 Nm com uma potência total de 270 kW (367 cv.) e 450 Nm com 220 kW (299 cv.). A gestão eletrónica utilizada nos modelos híbridos plug-in do A6 é resultado de um desenvolvimento totalmente novo. O inversor é mais pequeno, mais leve e mais eficiente, reduzindo, assim, o consumo de eletricidade. O consumo em modo híbrido é, por conseguinte, também inferior.

Capacidade e densidade energética da bateria significativamente aumentadas

A Audi aumentou a capacidade da nova bateria de alta voltagem (HV), localizada na traseira dos veículos, para 25,9 kWh (20,7 kWh úteis), um ganho de aproximadamente 45% em comparação com a geração anterior. Em contrapartida, o espaço de instalação necessário aumentou apenas ligeiramente, tendo em conta a capacidade significativamente superior. A bateria HV mede 962 × 996 × 177 milímetros. A interação mais desenvolvida e significativamente otimizada entre o travão mecânico por fricção e a recuperação de energia através do motor elétrico também melhorou o desempenho da travagem regenerativa ajustável individualmente.

As células da bateria estão dispostas numa única camada devido ao espaço disponível na secção traseira do automóvel. Toda a estrutura de impacto está integrada no invólucro da bateria. Cada célula prismática armazena 46% mais energia do que as células anteriormente utilizadas nos veículos deste segmento. Cada célula tem uma capacidade de carga de 70 Ah. A composição das matérias-primas das 102 células permite uma maior densidade energética. A energia da bateria é agrupada em seis conjuntos, cada um com 17 células. 

Com o seu design “cell-to-pack”, a Audi está a seguir uma nova abordagem de disposição das células da bateria, utilizada pela primeira vez nos PHEV da gama A5. Neste processo, as células deixam de ser colocadas num módulo de bateria e são coladas diretamente na carcaça da bateria. A maior densidade resultante permite aumentar o conteúdo energético e a densidade energética do sistema HV, ocupando menos espaço. Graças aos avanços técnicos na química das células, está disponível uma maior potência elétrica em comparação com a geração anterior, mesmo com um estado de carga baixo e temperaturas exteriores reduzidas.

A potência máxima de carregamento em corrente alternada (AC) foi aumentada de 7,4 kW bifásicos para 11 kW trifásicos, dependendo da infraestrutura disponível. Com este aumento de potência, o tempo de carregamento da bateria HV dos 0 aos 100% foi reduzido para apenas 2,5 horas. Um cabo de carregamento (modo 3, ficha tipo 2) para carregamentos práticos na estrada está incluído de série.

Maior recuperação de energia durantes as fases de desaceleração e travagem

Em comparação com os seus antecessores, a Audi aumentou significativamente o desempenho de travagem regenerativa no novo A6 e-hybrid quattro. As fases em que o condutor retira o pé do pedal do acelerador são cruciais para a eficiência do sistema híbrido plug-in. Nessas situações, a regeneração por inércia é controlada por uma desaceleração definida, dependendo do modo de condução selecionado. A recuperação automática também pode ser pré-configurada no MMI nos modos de condução D e M.

O veículo adapta de forma autónoma a recuperação de energia. Os parâmetros para esta operação são os dados de rota armazenados no sistema de navegação, como inclinações, raios de curva, sinalização local e limites de velocidade. Outro fator importante é o tráfego à frente. Assim que a travagem regenerativa automática é ativada, sinais preditivos são integrados na função de recuperação por inércia com a ajuda do Assistente de Eficiência Preditiva (PEA). O novo A6 e-hybrid quattro também consegue recuperar energia automaticamente sem que esteja ativa a orientação de rota.

Quando o pedal do travão é pressionado durante a desaceleração, os modelos híbridos plug-in A6 conseguem recuperar até 88 kW de potência. Quando funciona como gerador, o motor elétrico é responsável por mais de 90% de todos os processos de desaceleração. 

O sistema de controlo de travagem integrado com capacidade (iBRS) assegura uma travagem sem pressão e a melhor recuperação de energia possível. Os travões hidráulicos das rodas só entram em ação nas manobras de travagem mais intensas.

Nível de regeneração ajustável através das patilhas no volante

Graças à nova arquitetura eletrónica E3 utilizada na Plataforma Premium a Combustão (PPC), o grau de recuperação por inércia no modo de condução 100% elétrica (modo EV) pode ser ajustado em três níveis diferentes através das patilhas no volante, tal como nos modelos totalmente elétricos. A travagem elétrica e, portanto, o nível de regeneração, é selecionada através da patilha esquerda (menos). Pode ser desativada novamente com a patilha direita (mais). As patilhas podem, por exemplo, ser usadas para definir um nível mais elevado de desaceleração antes de uma curva. No nível zero, o híbrido plug-in anda em modo de roda livre sem binário de inércia adicional quando se retira o pé do acelerador, o que significa que a energia só é recuperada quando o pedal de travão é acionado.

Estratégia de funcionamento inteligente para máxima eficiência

Estão disponíveis dois modos de funcionamento nos novos modelos A6 PHEV: “EV” e “híbrido”. No modo EV, os modelos PHEV funcionam exclusivamente com energia elétrica. O motor de combustão só é ativado nas seguintes situações: quando o modo EV é desativado manualmente na barra de seleção por baixo do ecrã panorâmico ou através do MMI; quando é utilizado o programa de condução S; através do modo selecionado no sistema de condução Audi drive select; ou ao iniciar a orientação de rota com o assistente híbrido ativado.

Se a orientação de rota estiver ativa, o assistente híbrido considera os dados do trajeto ao selecionar o modo de propulsão. 

O motor de combustão também entra em ação durante um kickdown, sendo o modo EV desativado até que essa aceleração intensa termine. Se nenhuma destas situações ocorrer, ambos os novos modelos PHEV utilizam a bateria HV no modo EV até esta estar totalmente descarregada. O controlo deslizante digital para definir o estado de carga desejado via sistema MMI no modo híbrido não pode ser utilizado no modo EV, pois a carga da bateria será utilizada na totalidade em condução elétrica. São possíveis velocidades até 140 km/h em modo EV. 

Os modelos PHEV podem arrancar tanto em modo EV como em modo híbrido. O modo utilizado por último torna-se o modo predefinido da próxima vez que o veículo for ligado.

Ao conduzir em modo híbrido, o sistema de gestão híbrida mantém um determinado nível de carga conforme necessário, de forma a reservar energia elétrica para uso posterior — por exemplo, para condução elétrica em zonas urbanas. O A6 Limousine e-hybrid quattro pode percorrer até 105 km em modo puramente elétrico segundo o valor WLTP (autonomia elétrica em circuito misto). 

Em termos de consumo otimizado para eficiência, o modo híbrido é o mais eficiente tanto para distâncias curtas como longas. Dependendo da situação de condução e das necessidades de potência do condutor, a estratégia de funcionamento decide se o veículo deve operar em modo elétrico ou híbrido, de forma a ser o mais eficiente possível. Os modelos A6 PHEV privilegiam a condução elétrica em zonas urbanas. A velocidades mais elevadas, a proporção de condução em modo híbrido aumenta. Com orientação de rota ativa, a estratégia de funcionamento considera o trajeto planeado; é automaticamente selecionada a configuração energética mais adequada para o percurso pretendido. Para atingir a máxima eficiência, o veículo calcula que partes do trajeto são adequadas para a condução em modo elétrico. Por exemplo, a condução elétrica é preferível onde se espera que a velocidade seja reduzida, como em áreas urbanas e engarrafamentos. Quando o assistente híbrido está ativado e a orientação de rota está em curso, as configurações como o nível de carga desejado serão sobrepostas para garantir uma estratégia de funcionamento eficiente.

O nível de carga desejado pode ser ajustado no controlo deslizante digital numa escala percentual. Se o estado de carga (SoC) pretendido for inferior ao atual, a bateria será descarregada até ao nível alvo. Se os valores alvo e atual coincidirem, a energia virá sobretudo do motor de combustão — para manter o estado de carga atual. Se o SoC pretendido for superior ao atual, o veículo será propulsionado pelo motor de combustão — para recarregar a bateria. 

A bateria é carregada de forma a maximizar a eficiência e minimizar o impacto ambiental. Isto significa que o motor de combustão apenas carrega a bateria a velocidades superiores a 65 km/h; a velocidades mais baixas, o nível de carga é simplesmente mantido. Desta forma, a eficiência é maximizada e é possível uma condução parcialmente elétrica na cidade ou em trânsito com paragens frequentes. A bateria HV pode ser carregada desta forma até um nível de carga de 75%. Para aumentar o nível de carga acima dos 75%, é necessária uma fonte de carregamento externa em corrente alternada (AC).

autonews.pt @ 15-5-2025 11:45:08

Galeria de fotos


Clique aqui para ver mais sobre: Auto News, Mercado Automóvel e Novidades


Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp