PSA e Universidade de Orleans criam uma plataforma experimental

Pensar as energias do futuro

O grupo PSA e a Universidade de Orleans renovaram, por 4 anos, o contrato do OpenLab Energetics. Criado em 2011, este OpenLab engloba uma visão científica comum sobre sistemas alternativos de energia e correntes de tração inovadoras, permitindo uma redução drástica das emissões de CO2.

autonews.pt @ 7-5-2019 17:02:11

Nos seus 8 anos de existência, o OpenLab Energetics já supervisionou um programa científico partilhado no valor global de 4 milhões de euros, 10 doutoramentos, 5 contratações pelo grupo PSA, 80 artigos científicos e patentes e 5 projetos financiados.

Com a plataforma Expl’O Energetics, agora inaugurada, dia 6 de maio, dedica-se ao estudo experimental de soluções de mobilidade sustentável e de futuras energias. Integrada no OpenLab Energetics, esta ferramenta, cujo orçamento é de 2 milhões de euros, ao longo de 4 anos, envolve equipamentos de teste de elevada performance, concentra as melhores competências e reforça a sinergia entre os mundos académico e industrial.

Na inauguração, Ary Bruand, Presidente da Universidade de Orleans, referiu: “O domínio energético, particularmente as questões ambientais, como a redução das emissões de gases com efeito de estufa, é um dos principais focos de pesquisa da Universidade de Orleans. A parceria de longa data com a PSA, através do OpenLab Energetics, ver-se-á, a partir de agora, consideravelmente reforçada através da plataforma comum que hoje inauguramos”.

Neste mesmo encontro, Eric Lalliard, Diretor Científico do grupo PSA, declarou: "A estratégia do grupo está há muito baseada numa forte proximidade entre os domínios académicos e industriais. A extensão da nossa parceria científica, através desta plataforma experimental, deverá permitir-nos identificar as melhores respostas para o desafio climático que todos enfrentamos...”.

A renovação do OpenLab Energetics permite reforçar a rede mundial OpenLab do Groupe PSA: 12 em França (incluindo 1 dedicado à inteligência artificial), 4 na China, 1 no Brasil e 1 em Marrocos.

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